domingo, 30 de janeiro de 2011

A raça caída!

"Disse mais o Senhor Deus:Não é bom que o homem esteja só; far-le-ei uma auxiliadora que lhe seja idônia".

Quando lemos a Bíblia entendemos em que contexto Eva foi criada e para que foi criada.

Entre todas as criaturas que Deus fez na terra não havia uma igual ao homem. E disse Deus: Não é bom que o homem esteja só: far-lhe-ei uma adjutora para que lhe esteja diante dele.

Eva foi criada como a obra mais sublime da criação, ela foi dada como presente para Adão, um presente para ser amado como sua própria carne, como ossos de seus ossos e sangue do seu sangue.

Haveria melhor condição que esta que a mulher foi criada? Haveria melhor situação de honra que um lindo presente para ser amado?

As características que Deus lhe deu foram de: bela, adjuntora, companheira, dádiva de Deus ao homem, deveria ser amada, protegida, companheira!!

Mas nos deportando ao passado, vemos que nada foi assim, que o homem subjugou a inteligencia da mulher por séculos e séculos, as levou ao mais profundo abismo intelectual e moral, deixando sem o menor valor parante a sociedade.

Em Israel, a mulher sofria inúmeras restrições.O Homem dava graças a Deus por não ter nascido mulher. Naquela época, cabia somente aos homens o direito à propriedade. Caso uma mulher fizesse um voto, este só seria válido com o consentimento do marido. E não havendo filhos entre o casal, mesmo que o homem fosse o responsável, era a mulher a culpada. Ela obrigatoriamente, devia provar sua virgindade, o que era impossível ao homem. Embora ela fosse obrigada a ser fiel ao matrimonio, o marido não tinha os mesmos deveres matrimoniais. Além de tudo, ele podia rejeitá-la por qualquer motivo, mesmo que, legalmente, não pudesse negociá-la como qualquer outra propriedade. Dificilmente a esposa poderia, por iniciativa própria, se desligar do casamento. Em geral era preferível ter filhos homens que mulheres.

Na Grécia
Quando se quer saber algo sobre a mulher da Grécia o resumo seria esse:
"A mulher grega estava afastada da vida cívica, não recebia educação e ficava trancada em casa."
A mulher vivia exclusivamente em função do marido. Ocupava seu tempo fiando, tecendo e cuidando dos afazeres domésticos e dos filhos. Na prática, pode-se afirmar que era a primeira entre as escravas. Recebia muito pouca instrução. Estava sempre confinada nos gineceus. Quando o marido recebia visitas, ela só podia aparecer quando chamada por ele. Ao contrário do marido, ela raramente saía de casa. Não era considerada cidadã, estando vedada a sua participação nos movimentos políticos e sociais da época.

Em Roma
O homem era o senhor absoluto do lar. Era o juiz de todas as questões familiares, o pater famílias. Não obstante tivesse condição de vida melhor do que a da mulher grega, a romana sofria dos mesmos preconceitos e discriminações. Ela era apenas uma possessão do homem, a quem deveria submeter-se incondicionalmente, satisfazendo todos os seus caprichos.

Mas de onde viria toda essa submissão? Todo esse descaso e desrespeito aos valores da mulher? Sabendo-se qual foi o principal objetivo da criação onde entraria essa desvirtuação da criação de Deus?

Eva pecou primeiro que Adão e o fez pecar também pelo seu grande amor por ela (que mais tarde descobrimos que não foi amor suficiente para deixar de culpa-la pelo seu próprio erro). Mas agora Eva foi posta sob a sujeição do seu marido. “Se os princípios ordenados na lei de Deus tivessem sido acariciados pela raça decaída, esta sentença, se bem que proveniente dos resultados do pecado, ter-se-ia mostrando ser uma bênção para o gênero humano; mas o abuso da supremacia assim dada ao homem tem tornado a sorte da mulher mui frequentemente amargurada, fazendo de sua vida um fardo”. EGW PP.

Porém, a subjeção da mulher ainda e total, porque ainda temos em muitos países a submissão física dos países do oriente, mas não desses que me atento em falar pois, os mesmos ainda estão parados no tempo. Quero falar dos países do ocidente, onde as mulheres estão no seu auge de liberdade.

É isso que vemos hoje, a mulher de hoje tem muito mais liberdade que as séculos anteriores, para se vestir, para comer, para ir e vir, fazer negócios, estudar, pensar, e porque não para ser presidente da república. Poderíamos então entender que a mulher atingiu seu ápice total de liberdade e mais, de igualdade em relação ao homem. Sendo assim a sentença dada por Deus no Edén de sujeição ao seu marido esta sendo refogada, esta sendo sucumbida a mulher moderna e inteligente.

Porém nem tudo é o que realmente parece ser pois, vemos no presente século mulheres se aprensentando de forma ilusitada como “mulheres melancias”, “melão”, mamão” onde se coloca a mulher em lugar nada mais degradante, despressível que algo comestível e descartável.
O mais intrigante dessa situação é o fato de que a própria mulher se coloca nessa situação, ela mesma quer ser vista e deseja como um objeto.

No momento em que se faz de tudo para ter padrões físicos impostos pela própria mulher , se estipulando que só será feliz se alcansar ser deseja, admirada e inveja por centimetros de cintura, quadris, peito etc.. comete-se abusos e mutilações para atingi-los, nada mais se torna que um ser alheio , inseguro, infeliz, futil trivial e sem valor,coloca-se também na situação de menos inteligente e mais objeto, menos igual e mais descartável.

Essas mulheres sentem prazer quando são humilhadas tanto do ponto de vista sexual como do comportamental como por exemplo, serem insultadas com palavras de baixo calão, comparadas a animais, frutas , ou qual objeto que seja.

Depois de nalizarmos o baixo padrão moral em que mulher, inteligente e independente do nosso século chegou, concluimos que , a palavra de Deus não foi refogada como já se chegou a pensar... mas sim, que “nem um TIL nem um J da palavra passará”.

Apesar da tristeza que me invade por ser mulher e ver tudo isso acontecendo o de passar de vítima de um situação a autora da própria ruína, agradeço a Deus pelas promessas a serem cumpridas ainda.

As promessas do sua volta , as promessas da restauração total da raça caída pelo poder de Cristo Jesus.

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